Stockton Rush, um dos afetados pelo acidente no submarino, revela violações em seu relato, incluindo a combinação imprópria de materiais na construção da cápsula, como a utilização de titânio em conjunto com fibra de carbono.
Após a confirmação das autoridades de que todos os cinco ocupantes do submersível Titan faleceram, possivelmente devido a uma implosão, as investigações estão em andamento para determinar as circunstâncias que levaram ao incidente com a cápsula durante a expedição aos destroços do Titanic, no fundo do Oceano Atlântico.
O submersível Titan se destaca de outros veículos subaquáticos por apresentar um formato não-esférico. Além disso, ao contrário de muitos submarinos, ele não era construído inteiramente de titânio, um material conhecido por sua resistência excepcional.
Com formato cilíndrico, o submersível apresentava uma estrutura construída com fibra de carbono, um material mais leve e econômico. Além disso, destacava-se por oferecer um espaço interno maior em comparação com os concorrentes, permitindo acomodar o piloto e até quatro passageiros, em contraste com a capacidade máxima de dois ocupantes dos demais veículos subaquáticos.
Desde 2018, quando o projeto do Titan foi concebido, especialistas expressaram preocupações à OceanGate de que o submarino não estava em conformidade com as normas internacionais e poderia resultar em uma tragédia.
Apesar disso, o Titan realizou 14 viagens turísticas ao Titanic em 2021 e 2022. Na última viagem, é provável que a câmara de pressão feita de fibra de carbono, submetida a um intenso estresse, tenha finalmente cedido.
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