No ano de 1054, pessoas na Ásia e nos EUA observaram uma luz brilhante no céu, que ficou visível por dias, registrada pelos astrônomos chineses e pelos Anasazi.
A explosão estelar Supernova do Caranguejo em 1054 liberou elementos químicos no espaço, formando novas estrelas e nebulosas.
Os elementos pesados no Universo foram forjados em estrelas e em seus finais dramáticos, como a supernova. Os astrônomos agora podem detectá-los em planetas e nuvens.
Como isso é possível, sendo que nunca sequer saímos do Sistema Solar?
A espectroscopia é uma técnica incrível de análise da luz que teve início no século XVII com Isaac Newton e Christian Huygens.
A espectroscopia se desenvolveu com o uso de prismas para observações do espectro solar, tornando-se uma técnica precisa no século XIX e importante em química, física e astronomia.
Espectros são tabelas ou gráficos que mostram a intensidade da luz em uma faixa de energia. Os arco-íris são exemplos naturais de espectros, criados pela luz solar atravessando gotículas de água na atmosfera.
Cada objeto celeste tem um espectro característico, contendo informações sobre sua composição. Cada elemento químico produz linhas brilhantes únicas no espectro, como uma impressão digital.
A espectroscopia revela segredos sobre a composição, temperatura, densidade, campos magnéticos, massa e movimento dos objetos celestes, e tem aplicações em diversos campos do conhecimento humano, desde o estudo dos materiais até a medicina.
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