A Caixa Econômica Federal planeja iniciar a cobrança de taxas para o uso do PIX, mas apenas para empresas e pessoas jurídicas, não afetando pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEIs).
A implementação das taxas estava programada para 19 de julho, porém foi suspensa após um pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visando oferecer mais tempo para que os clientes se adaptem às novas regras.
Embora muitos tenham sido surpreendidos pela cobrança, outras instituições financeiras, como Bradesco, Itaú e Santander, já cobram tarifas pelo uso do PIX para pessoas jurídicas. Essa prática foi autorizada pelo Banco Central do Brasil em 2020.
A Caixa argumenta que suas taxas estão entre as mais baixas do mercado e que a cobrança pelo serviço já estava prevista desde 2022, mas não havia sido implementada devido à necessidade de ajustes nos sistemas internos.
Ainda não há uma nova data definida para a implementação das taxas, mas espera-se que um anúncio seja feito na próxima semana. A preocupação dos correntistas com a possibilidade de as tarifas serem estendidas a outros usuários do PIX não se concretizou, pois a cobrança continua direcionada apenas às pessoas jurídicas.
Apesar das mudanças na Caixa, o PIX continua sendo um dos meios de pagamento mais utilizados no Brasil, tornando-se popular no ano passado.
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