A nova versão do já famoso Chat GPT - a GPT-4 - voltou a preocupar muita gente com a evolução das habilidades do robô. Porém, é preciso avaliar a situação: essa preocupação é realmente necessária? Neste momento, não.
O Chat GPT é de fato uma ferramenta muito inteligente, mas é isso: uma ferramenta. Ele não vai atuar sem receber uma instrução ou permissão de um operador - que via de regra, é um humano. Mas, além de receber e cumprir orientações, o Chat GPT pode ser um aliado no trabalho - e não um inimigo.
Tendo em mente que o GPT é um modelo de linguagem - ou seja, o objetivo dele é gerar textos de maneira autônoma, é possível prever que ele será uma ferramenta útil para profissionais de áreas de produção de conteúdo como jornalistas, roteiristas, escritores - mas, no fim das contas, qualquer profissional precisa produzir textos.
Além dos produtores de conteúdo, na área de Tecnologia da Informação o Chat GPT pode ser um aliado na produtividade. Por exemplo: uma função muito corriqueira em Desenvolvimento de Softwares é pesquisar soluções para os problemas que aparecem e muitas vezes, essa tarefa demanda muito tempo.
Este é um caso em que a tecnologia do GPT pode encurtar o tempo na busca por essa solução - como encontrar o erro em uma linha de código - o que melhora a produtividade. E conforme temos mais experiência, essa busca vai se tornando mais rápida ainda.
Outras áreas também podem se aproveitar dos conhecimentos do Chat GPT. Nutricionistas, por exemplo, podem pedir a elaboração de uma tabela nutricional de acordo com as orientações fornecidas ao robô.
Além disso, ele é capaz de fazer revisões e correções de acordo com a estrutura gramatical do idioma selecionado, e até mesmo traduções muito confiáveis. O grande segredo é saber explicar o que se quer para o robô - quanto melhor o usuário sobre o que precisa, melhores serão os resultados.