Um novo estudo revelou que a atividade física pode melhorar a tolerância à dor. Pesquisadores acompanharam mais de 10 mil pessoas na Noruega ao longo de 8 anos e descobriram que aqueles com maior nível de atividade física apresentaram maior tolerância à dor em testes de imersão na água gelada.
A quantidade de atividade física realizada teve impacto significativo, com os mais ativos resistindo cerca de 16 segundos a mais em comparação aos inativos.
O repouso absoluto não é recomendado para a maioria das dores crônicas, de acordo com especialistas. Apenas em casos específicos, como dor crônica com flutuações de intensidade ao longo do tempo, é recomendado um repouso parcial.
À medida que a intensidade da dor diminui, o paciente deve retomar gradualmente as atividades diárias e a prática de exercícios físicos. Em alguns casos, a manutenção da atividade física pode ajudar a controlar as flutuações de dor, conhecido como Hipoalgesia Induzida pelo Exercício Físico.
Embora a relação entre exercícios e dor seja complexa, uma hipótese sugere que uma sessão de exercícios pode desencadear a hipoalgesia, que é uma resposta inibitória à dor durante e após o treino.
A hipoalgesia induzida pelo exercício é comparada a tomar um medicamento, com efeitos que duram cerca de 30 minutos após o treino. A magnitude da hipoalgesia pode variar dependendo da modalidade, intensidade e dose de exercício, bem como o tipo de estímulo doloroso utilizado e o método de quantificação da dor.
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